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Operações federais mantêm pressão sobre o garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami

18 de março de 2026
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Relatório com dados da primeira quinzena de março revela novas perdas impostas aos criminosos
As ações do Governo do Brasil de combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY) nos primeiros 15 dias de março de 2026 revelam que o trabalho das forças de segurança e dos órgãos ambientais desarticularam estruturas e rotas logísticas da mineração ilegal.
As equipes destruíram 5 acampamentos de garimpo, 22 motores, 4 geradores usados nas frentes de mineração clandestina, 3 caixas separadoras de minério e 2 embarcações. As operações resultaram ainda na inutilização de combustível e suprimentos usados na atividade ilegal. Foram destruídos 430 litros de diesel e 575 litros de gasolina.
Paralelamente, operações de fiscalização intensificaram o controle das rotas usadas para abastecimento das frentes de garimpo. As equipes realizaram abordagens e inspeções em áreas de acesso à Terra Indígena, com 80 veículos fiscalizados e 145 pessoas abordadas ao longo do período.
As ações são coordenadas pela Casa de Governo da Presidência da República e envolvem operações terrestres, aéreas e fluviais para interromper a atividade garimpeira e proteger a Terra Indígena.

Aeronave escondida em meio à vegetação na região do Rio Novo foi destruída na ação coordenada pela Casa de Governo | Foto: Polícia Federal

Em um recorte mais amplo das ações, desde o início das operações, em março de 2024, as equipes federais já realizaram 9.715 operações de combate ao garimpo ilegal na TIY. Nesse período, foram destruídas estruturas utilizadas pela atividade clandestina, incluindo 815 acampamentos, 2.078 motores e 274 embarcações. As operações também apreenderam 249 quilos de ouro, em ações conduzidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pela Polícia Federal (PF), além da apreensão de 232 quilos de mercúrio e da inutilização de 243 mil litros de diesel utilizados na logística do garimpo ilegal.

Ações realizadas entre 16 e 17 de março ampliam ofensiva contra a logística do garimpo
Dando continuidade às ações realizadas na primeira quinzena de março, operações conduzidas nos dias 16 e 17 ampliaram a pressão sobre a logística do garimpo ilegal na TIY.
No dia 17 de março, uma operação da Polícia Federal inutilizou uma aeronave usada na logística do garimpo ilegal na Terra Indígena. A ação foi realizada na região do Rio Novo. Os agentes seguiram até a chamada pista do Dicão, onde localizaram uma aeronave monomotor de matrícula PR-ZFE escondida em meio à vegetação. O avião estava com o trem de pouso dianteiro danificado e apresentava avarias na hélice. A aeronave havia sido deixada no local por garimpeiros para posterior reparo. Diante das evidências de uso na atividade ilegal, a aeronave foi inutilizada no local com o emprego de explosivos, impedindo sua reintegração à logística do garimpo.

Prejuízo estimado ao garimpo ilegal desde 2024 ultrapassa R$ 660 milhões | Foto: Força Nacional

Na mesma linha de atuação, também no dia 17 de março, o Comando Operacional Conjunto Catrimani II deu continuidade às ações repressivas com a inutilização da pista clandestina do Lobo D’Almada, no Alto Catrimani, estrutura utilizada por invasores para apoio logístico ao garimpo ilegal. A ação, iniciada no dia 16, contou com trabalhos de engenharia no terreno, incluindo a perfuração e preparação de pontos ao longo da pista para sua destruição, com emprego de militares, aeronave e meios operacionais. A inutilização da estrutura integra a estratégia de interrupção das rotas aéreas utilizadas pelos garimpeiros, dificultando o abastecimento e a mobilidade das frentes de mineração ilegal na Terra Indígena.
Além das ações dentro da Terra Indígena, a estratégia federal também atua no entorno da área indígena, com fiscalizações em estradas, portos, aeródromos e áreas rurais utilizadas na logística do garimpo. Com as ações realizadas até esta semana, o prejuízo estimado ao garimpo ilegal chega a R$ 666,9 milhões, resultado da destruição de equipamentos, estruturas e logística que sustentavam a atividade. As operações seguem de forma permanente, com monitoramento contínuo das áreas afetadas e novas ações para impedir a reorganização das frentes de mineração ilegal na Terra Indígena.

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